quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


E inicia-se um novo semestre, um novo ciclo. Novos objectivos, novas ideias, outras pessoas... Mais trabalho, responsabilidade, persistência, determinação.. vontade de concretizar, mais que os objectivos, os sonhos!

Continuamos a viver o sonho, continuamos a acreditar que é possivel mudar algo, continuamos apaixonadas por o que fazemos e até por o desconhecido que chegará.
O objectivo do nosso trabalho, enquanto futuras educadoras sociais, é que “os sujeitos experimentem alguma mudança, algum tipo de desenvolvimento pessoal” (Cit in Romans, M., 2003, pág.39), que desperte neles a consciência e espírito crítico, que os envolva na sociedade. Que as suas intervenções na comunidade possam gerar mudança e despertar valores de solidariedade, cooperação, justiça social e que, pessoalmente se possam desenvolver segundo os mesmos valores, sendo persistentes e acreditando nos sonhos e na mudança, pois já dizia Paulo Freire “Uma das fundamentais diferenças entre mim e intelectuais fatalistas que não sonham, não crêem em utopias, está no optimismo crítico e nada ingénuo que me anima. “A esperança é exigência ontológica dos seres humanos.” (Cit. in we2ajax.blogspot.com, 2007)
“ Se o ser humano não é o dono intimo de sua identidade,
mas sim se esta lhe vem, advém-lhe do exterior,
a educação social não pode nem deve permanecer á margem”. (Cit in Romans, M., pág. 58) Assim, “nós, educadores, temos obrigação para com a verdade (…),
educar é fazer mais agradável, é aprender a viver feliz.” (iden pág. 95)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Por motivos de horários do complexo desportivo, a reunião será adiantada uma hora, ou seja, será ás 17h.
Peço desde já que não se atrasem, porque ás 19h o complexo fecha, e temos mesmo que ter tudo falado!
Desculpem o incómodo e até amanhã!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Informação Equipa de Emergência

No âmbito da Formação de Equipa de Emergência CVP, Projecto "Cruz Vermelha Portuguesa: Ser um de nós!", Práticas II, 3º ano de Educação Social, venho por este meio informar que a reunião de apresentação, esclarecimento e inscrição, realiza-se no próximo dia 13 de Fevereiro, Sábado, pelas 18h, na sala de conferências do Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António.
A reunião é com o Coordenador Regional de Emergência e é obrigatória para todos os que desejem fazer a formação e parte desta Equipa (e que este é o único dia e hora disponível para o Coordenador!)
Informo ainda dos documentos necessários para a formação, e peço-vos que se possível, sejam entregues no dia da Reunião.

Documentos necessários:

  • Fotocópia do Bilhete de Identidade / Cartão do Cidadão;
  • Número de Contribuinte;
  • Registo Criminal;
  • Certificado de habilitações (para estudantes universitários, serve o certificado de matricula do presente ano lectivo);

Aguardamos confirmação para a reunião!

Contactos:

Com os melhores cumprimentos:

Grupo de Práticas CVP-VRSA ( Ana Martins, Ana Ribeiro, Fátima Pádua)

sábado, 23 de janeiro de 2010


“Fomos nós que escolhemos socorrer as pessoas,

não foram as pessoas que escolheram

ser socorridas por nós.”
“O dever é uma coisa muito pessoal: decorre da necessidade de se entrar em acção,
e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa.”
(Madre Teresa de Calcutá)

“Devo agradecer tudo o que recebi.
Agradeço poder cumprir com o sentido da minha vida,
ter-me entregue a quem me necessitava e ter podido dar-lhes atenção.
Agradeço a oportunidade de poder dar-me.
Só a dar-me é que recebo, e isto não significa que dê para receber.
Pensar que algo “me é devido” é incompatível com a gratidão.”
(Milton Mayer)

Adolescência e Voluntariado


Segundo Bercker, citado por Zago (s/d), a adolescência advém da puberdade que consiste na transição da infância para a vida adulta. A mesma é também influenciada pela cultura predominante que vai ditar se a adolescência tende a ser mais longa e sofrida, devido à sociedade em que o adolescente está inserido, ou se vai ser facilitada levando, o mesmo, ao conformismo do sistema.A adolescência é um período de aquisições, ou seja, das operações formais, da internalização da moralidade, de um novo modo de consciência, bem como de profundas e significativas mudanças, tais como, emocionais, físicas, sociais e culturais.As mudanças físicas repentinas, devido às hormonas, por vezes incomodam o adolescente. Com estas mudanças surgem expectativas próprias, da família e da sociedade, para a inserção num novo espaço social. A procura da independência, o medo de fracassar, os valores aprendidos no seio da família em contraste com o do grupo de pares, a necessidades de adquirir, ou não, os mesmos hábitos para ser aceite no grupo, o desenvolvimento da auto-estima e o despertar para a sexualidade e para a paixão, são conflitos com que o jovem se depara nesta fase da sua vida e que têm que ser ultrapassados para que este se desenvolva de um modo saudável (Zago, s/d).

Segundo Lewis citado por Zago (s/d), com todas estas situações a acontecerem ao mesmo tempo, e com a confusão de papéis com que o adolescente se depara, surge a crise de identidade. Esta surge porque todos os indivíduos necessitam de uma história, de continuidade. Na crise de identidade existe o receio de perder a continuidade da história.

António Costa, presidente da Consultoria Modus Faciendi (Brasil) considera que “O voluntariado, que é uma das formas de protagonismo juvenil, é uma oportunidade educativa que permite às novas gerações se prepararem para o exercício da cidadania. A cidadania não é um conhecimento intelectual. É um exercício, que, como os exercícios físicos, deve ser praticado de forma quotidiana. Praticar voluntariado é vivenciar a alegria de servir, ou seja, de praticar a solidariedade, de ser um cidadão prestante.” (Portal do Voluntariado, 2009)

Ainda segundo Elza Chambel, citando a Declaração de Barcelona, “Quando falamos de crianças e adolescentes são pessoas em processo de formação. Isto faz referência a que nós temos a nossa identidade, a qual se compõe de direitos e deveres. Cada um constrói a sua própria identidade durante o processo de desenvolvimento à medida que matura o seu sentido crítico. Nós somos os construtores da nossa própria identidade, mas isto está também intrinsecamente ligado às pessoas que nos rodeiam e às oportunidades que temos.” (Chambel, Elza “Inovação na Organização do Trabalho Voluntário em Portugal”)

Assim, “a Juventude Cruz Vermelha caracteriza-se por trabalhar os elevados Princípios Fundamentais da Instituição com jovens e crianças, bem como os valores da cooperação e da solidariedade” sendo “Um campo onde cada um dos jovens que o integra constitui um pilar fundamental para o seu funcionamento e é aberta à colaboração de todas as pessoas cujas ideias e interesses possam ser importantes para o nosso trabalho” (Cruz vermelha Portuguesa, 2009)


Acreditamos então no voluntariado como meio de integração do adolescente na sociedade, acreditamos no voluntariado como meio para um desenvolvimento cognitivo, intelectual, psicológico e social extremamente importante no adolescente. Acreditamos ainda que as actividades de voluntariado são agentes de mudança na vida do adolescente e pedagogicamente correctas para o seu desenvolvimento.


E começa uma aventura! =)


Este blogue nasce com a necessidade de darmos a conhecer a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa, VRSA, as suas actividades, a promoção do voluntariado e a divulgação das actividades do grupo de Estágio.

Somos alunas de Educação Social, UALG, em Práticas na CVP-VRSA, temos como objectivo primordial a divulgação das actividades da instituição e a angariação de novos voluntários!

"O sonho comanda a vida"... e nós estamos a viver o nosso!


Se queres "Ser Um de Nós"... contacta-nos ou dirige-te á delegação da Cruz Vermelha - VRSA, junto aos campos de ténis!